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sábado, 26 de julho de 2014

O que a Biomedicina significa pra mim. Por Iolanda Bianca

Caros leitores, hoje temos a participação da minha amiga Iolanda Bianca. Ela que está no 7º semestre de Biomedicina, nos conta como conheceu a Biomedicina e o que o curso significa pra ela.

Não sou muito boa com as palavras... Mas vamos lá!


Desde criança e até hoje sou apaixonada pela da área da saúde. Essa paixão começou ao ver minha mãe técnica de enfermagem trabalhando, e eu achava aquilo simplesmente fantástico. E desde então queria fazer algum curso na área. No 3º ano do ensino médio, pesquisando sobre as áreas, e a que eu poderia me identificar para prestar o vestibular e que não me arrependesse da minha escolha futuramente. Foi ai que conheci a Biomedicina, um curso muito amplo, acabei me interessando. Pouco conhecida em Brasília, e desconhecida pelas pessoas do meu convívio, revolvi arriscar.

E o que posso lhe dizer? Simplesmente, foi a melhor escolha da minha vida! A cada dia que se passa, fico mais encantada pela Biomedicina. E vê lá crescendo, superando obstáculos e que a cada dia estamos conquistando nosso espaço em Brasília e podendo participar desses momentos, é simplesmente maravilhoso.  Tudo relacionado a biomedicina me interessa, minha coordenadora até ri, porque estou sempre presente nas ações sociais e manifestações. E tenho certeza que todo esforço valerá a pena.

E só tenho a agradecer a Deus por ter colocado a biomedicina na minha vida, e como muitos dizem, ela não é só uma profissão e sim o estilo de vida.


Muito obrigado pela participação Iolanda!






terça-feira, 15 de julho de 2014

Revisão Bibliográfica sobre Alterações Citogenéticas em abortos espontâneos - Por Rafael Brandão e Henrique Moll

Caros leitores, segue abaixo uma revisão bibliográfica que apresentamos no dia 03 de Junho de 2014, como forma de Verificação Avaliativa II da disciplina Citogenética, ministrada pela professora PhD Luzirlane dos Santos Barbosa Braun no curso de Bacharelado em Biomedicina na Faculdade UnIcesp Promove de Brasília. É permitida a reprodução desse estudo desde que citada a fonte.

RESUMO:

O DNA (Desoxirribonucleic Acid) é um ácido nucléico de fundamental importância na síntese de proteínas. As moléculas de DNA , são em geral, muito longas, contendo milhões ou bilhões de nucleotídios unidos em sequencia formando os cromossomos. A Citogenética Humana é uma especialidade da Biomedicina que estuda os cromossomos humanos. Qualquer alteração no cariótipo é considerada uma aberração ou mutação cromossômica. As aberrações cromossômicas geralmente causam grandes alterações no funcionamento celular, produzindo doenças graves ou mesmo a morte do indivíduo portador da aberração. Este trabalho objetivou-se em abordar assuntos que vão desde a estrutura básica dos cromossomos até a importância do seu estudo nos casos de abortos espontâneos. Justificou-se na importância do aconselhamento genético aos casais com maior propensão a uma gravidez em que haja alto risco de gerar um indivíduo doente. Foram revisados estudos publicados na base de dados do Scielo, de forma que viesse ser evidenciado aspectos básicos sobre citogenética, bem como sua importância na determinação das causas em casos de abortos espontâneos. Concluiu-se que é importante que um casal que já tenha alguma criança ou parentes afetados por doenças genéticas busquem um aconselhamento genético.


1- INTRODUÇÃO:

O genoma é o conjunto de todos os dados transmitidos de uma geração de seres vivos para outra, armazenados em um organismo através de uma linguagem de códigos que traz em si todas as orientações genéticas que supervisionam a evolução e a atuação de todas as entidades vivas, e que também é responsável por armazenar as informações genéticas dos seres humanos. Informações que dão origem a fenótipos tais como: cor do cabelo, altura, cor da pele, dos olhos e etc. (GIBSON; MUSE, 2004).

O DNA (Desoxirribonucleic Acid) é um ácido nucléico de fundamental importância na síntese de proteínas. As moléculas de DNA , são em geral, muito longas, contendo milhões ou bilhões de nucleotídios unidos em sequencia formando os cromossomos. (CORREA, 2002).

A molécula de DNA, no entanto, não se encontra distendida no filamento cromossômico. A intervalos regulares, ela se enrola sobre grânulos de histonas, fromando estruturas globulares conhecidas pelo nome de nucleossomos (GIBSON; MUSE, 2004).

Fonte: Google Images
Segundo Gibson e Muse 2004, durante a condensação cromossômica, as regiões eucromáticas se enrolam mais frouxamente do que as heterocromáticas, que estão condensadas. As partes de um cromossomo separadas pelo centrômero são chamadas de braços cromossômicos. A relação de tamanho entre os braços cromossômicos, determinada pela posição do centrômero, permite classificar os cromossomos em quatro tipos:metacêntricos que possuem o centrômero no meio, formando dois braços de mesmo tamanho; submetacêntricos que possuem o centrômero um pouco mais deslocado da região mediana, formando dois braços de tamanhos desiguais; acrocêntricos que possuem o centrômero bem próximo a uma das extremidades, formando um braço grande e outro muito pequeno e telocêntricos que possuem o centrômero em uma das extremidades, tendo apenas um braço.

Quando a célula vai se dividir, o núcleo e os cromossomos passam por grandes modificações. Os preparativos para a divisão celular tem início com a condensação dos cromossomos, que começam a se enrolar, tornando-se progressivamente mais curtos e grossos, até assumirem o aspecto de bastões compactos (DAHIA, 2002).

A Citogenética Humana é uma especialidade da Biomedicina que estuda os cromossomos humanos. A técnica mais empregada para o estudo dos cromossomos humanos se baseia no cultivo de glóbulos brancos (leucócitos) em tubo de ensaio. Uma amostra de sangue é recolhida de um paciente e colocada em frasco que já contém meio de cultura composto por uma solução de minerais, vitaminas e aminoácidos. Adiciona-se ao meio uma substância denominada fito-hemaglutinina, que ativa as divisões celulares e faz com que após três dias, o frasco esteja repleto por grande número de leucócitos em divisão. Nesse ponto adiciona-se à cultura uma substância denominada colchicina que tem propriedade de bloquear as divisões celulares no estágio em que os cromossomos encontram se bem condensados (DAHIA, 2002).

Algumas horas depois da adição da colchicina, as células são recolhidas por centrifugação e colocadas em solução hipotônica, o que faz com elas inchem e os cromossomos se separem uns dos outros. Ao pingar gotas da solução hipotônica sobre as lâminas de vidro para serem examinadas, as células arrebentam e liberam seus cromossomos, que grudam na lâmina e podem ser corados (DAHIA, 2002).

Os humanos possuem 46 cromossomos em cada célula (com exceção das hemácias) originalmente herdados dos pais em que um lote de 23 cromossomos no óvulo e um lote de 23 cromossomos no espermatozóide. A primeira célula a ser formada (zigoto) tem portante 23 pares de cromossomos. Os membros de cada par cromossômico, um proveniente da mãe e outro do pai, são chamados cromossomos homólogos. Células que possuem pares de cromossomos homólogos são chamadas células diplóides, já o óvulo e o espermatozóide são células haplóides (GIBSON; MUSE, 2004).

Denomina-se cariótipo o conjunto de cromossomos presentes em uma célula. Mulheres e homens tem, no cariótipo 22 pares de cromossomos equivalentes e um par que os diferencia. Nas mulheres, o 23º par de cromossomo é composto por um par de cromossomos X, enquanto nos homens o 23º par é composto por um cromossomo X e um Y, exclusivo para o sexo masculino (GIBSON; MUSE, 2004).

O tamanho, a forma e o número de cromossomos são constantes entre os indivíduos de uma mesma espécie. Qualquer alteração no cariótipo é considerada uma aberração ou mutação cromossômica. As aberrações cromossômicas geralmente causam grandes alterações no funcionamento celular, produzindo doenças graves ou mesmo a morte do indivíduo portador da aberração (CORREA, 2002).

As aberrações cromossômicas podem ser numéricas, em que ocorre alteração no número de cromossomos das células, ou estruturais, em que ocorrem alterações da estrutura de um ou mais cromossomos do cariótipo (CORREA, 2002).

2 – OBJETIVOS:

2.1 - OBJETIVO GERAL:
O presente estudo tem como objetivo geral elucidar sobre aspectos básicos sobre a citogenética, abordando assuntos que vão desde a estrutura básica dos cromossomos até a importância do seu estudo nos casos de abortos espontâneos.

2.2 – OBJETIVO ESPECÍFICO:
Revisar a literatura em busca de estudos que aborde o assunto, de forma que seja discutida a importância do aconselhamento genético.

3 – JUSTIFICATIVA:
O estudo dos cromossomos humanos tem grande importância, uma vez que muitas doenças estão diretamente relacionadas a eles. Atualmente os cientistas são capazes de identificar pessoas com problemas cromossômicos fazendo previsões das chances de vierem a ter filhos afetados por esses problemas. Assim, pode-se fazer o que se chama de aconselhamento genético, ou seja, sugerir aos casais sobre a conveniência de se evitar uma gravidez em que haja alto risco de gerar um indivíduo doente.

4- METODOLOGIA:
Foram revisados estudos publicados na base de dados do SciELO, de forma que viesse ser evidenciado aspectos básicos sobre citogenética, bem como sua importância na determinação das causas em casos de abortos espontâneos.

Segundo Vieira e Ferrari 2011, aborto espontâneo é a perda do embrião ou feto antes da 20ª semana de gestação e a principal causa são alterações cromossômicas, cuja incidência é de pelo menos 50% nas perdas gestacionais de primeiro trimestre. O aborto se traduz de diversas maneiras na saúde da mulher e sua qualidade de vida. Diversos fatores estão associados a este evento, como por exemplo fatores genéticos, endócrinos, infecciosos, trombofílicos, anatômicos, tais como alterações da morfologia uterina, incompatibilidade imunológica materno-fetal, prejuízo da função placentária e também devido a fatores inexplicáveis.

O diagnóstico de alterações cromossômicas através do estudo citogenético, é importante para responder algumas questões enfrentadas pela mulher após a perda gestacional, podendo auxiliar na elucidação da causa da perda do embrião ou feto, identificando qual alteração cromossômica foi responsável pela perda ou, alternativamente, descartar o diagnóstico de cariótipo alterado, além de possivelmente fornecer importantes informações para o acompanhamento pré-natal em gestações futuras (VIEIRA; FERRARI, 2011).

Com o objetivo de evidenciar a importância da realização da citogenética no diagnóstico da causa da perda gestacional, analisando os prontuários de amostras de abortos espontâneos enviados para um laboratório privado no período de 2006 a 2011, Vieira e Ferrari 2011, analisaram as frequências das alterações cromossômicas e suas prevalências foram relacionadas com a idade materna e gestacional. O estudo foi realizado através da obtenção de dados dos prontuários de abortos espontâneos enviados para um laboratório privado da cidade de Curitiba-PR, no período de janeiro de 2006 a dezembro de 2011. A freqüência de alterações cromossômicas em produtos de abortamentos espontâneos observada no trabalho, estão de acordo com a literatura, que tem estabelecido um valor de aproximadamente 50%.

Vieira e Ferrari 2011, concluíram em seu trabalho que a explicação mais plausível para a alta incidência de alterações cromossômicas em abortos espontâneos precoces, é que o impacto clínico das alterações cromossômicas é enorme, pois geralmente estão associadas a má formações físicas, mentais, ou ambas, resultando em um desenvolvimento anormal do embrião, podendo ser incompatível com a vida. E que a alta incidência de alterações cromossômicas observadas no estudo reforçam a importância da realização do estudo citogenético em produtos de abortos espontâneos.

A etiologia do abortamento espontâneo é heterogênea e multifatorial, portanto, além do estudo citogenético e da análise dos fatores maternos que podem levar à perda gestacional, é importante também que seja feito um estudo clínico do feto abortado, quando a idade gestacional possibilitar (VIEIRA; FERRARI, 2011).

Segundo Vieira e Ferrari 2011, nos casos em que o cariótipo se revelar normal, é muito importante a pesquisa de outras causas que não citogenéticas. Embora nem sempre haja sucesso na elucidação da etiologia do abortamento espontâneo, o casal deve ser encaminhado a um serviço de aconselhamento genético para exames pertinentes que possam auxilia-los na orientação de futuras gestações.

O nascimento de uma criança saudável antes ou depois de um aborto não exclui a possibilidade de os genitores apresentarem rearranjo cromossômico balanceado, tornando-se também relevante a análise citogenética dos genitores (CORREA, 2002).

A incidência de perdas fetais, segundo a literatura, varia de 6,5% a 30% em gestações reconhecidas clinicamente. Cerca da metade dos abortamentos espontâneos (AE), definidos como interrupção de gravidez antes de 20 semanas de gestação, ocorrem por por anomalias cromossômicas do concepto sendo as aneuploidias as mais frequentes. Trissomias são observadas em 50 a 60%, seguidas pela monossomia do X (15 a 25%) poliplodia (20 a 25%) (TEIXEIRA, 2009).

Um estudo retrospectivo, feito por Teixeira et al, 2009, teve como objetivo investigar os cariótipos de 574 amostras de produtos de abortamentos espontâneos, bem como sangue periférico de casais com abortamentos espontâneos recorrentes, para estimar a frequência de alterações cromossômicas. Entre as 574 amostras analisadas, 250 (43,55%) apresentaram cariótipos normais, 113 (19,69%) alterados e em 211 (36,76%) não se obtiveram resultados. As cromossomopatias observadas entre os 113 cariótipos alterados foram: 80 aneuploidias, 23 euploidias e 10 alterações estruturais. A literatura relata também as aneuploidias como as alterações mais frequentes14. A aneuploidia mais frequente foi a Síndrome de Turner, apresentando 12 cariótipos 45,X e 5 mosaicismos (45,X/46,XX).

A trissomia mais frequente foi a do cromossomo 16. A elevada taxa de cariótipos sem resultados (36,76%) deveu-se ao número reduzido de células viáveis em mitose. Isso pode acontecer devido ao fato de que muitos abortos permanecem retidos por um tempo prolongado antes da curetagem, ou o material recebido pelo laboratório apresentar contaminação por bactérias e/ou fungos, material materno, ou ainda escassez de vilosidade coriônica (TEIXEIRA, 2009).

O estudo revelou que a análise citogenética dos 197 casais que apresentaram AER, 15 (7,6%) deles apresentavam alterações estruturais em um dos cônjuges, envolvendo, principalmente, inversão do cromossomo 9 e translocações equilibradas (TEIXEIRA, 2009).

Os abortamentos ocorrem em cerca de 15% das gestações diagnosticadas, e apesar de constituírem eventos comuns, a maioria das mulheres que têm um abortamento dá à luz criança saudável posteriormente (ROLNIK, 2010).

A probabilidade de um casal ter duas perdas consecutivas é de 2,2 a 4%. Dentre as principais causas de abortamento encontram-se as anomalias cromossômicas (numérica ou estruturais) representadas principalmente pelas trissomias, pelas polippoidias e pela monossomia do cromossomo sexual x (ROLNIK, 2010).

Aproximadamente 99% das gestações com anormalidades cromossômicas evoluem para abortamento. As aberrações mais frequentemente observadas são a trissomia do cromossomo 16 e monossomia do cromossomo sexual X. Sabe-se que as trissomias estão relacionadas a maior idade materna (ROLNIK, 2010).

No trabalho de Rolnik, 2010, foram realizados 428 análises de cariótipo em produtos de abortamento, a idade média das pacientes foi de 33 anos (variação entre 13 a 46 anos). Foram observados 145 resultados normais (33,9%) e 237 resultados anormais (55,4%). Em 46 amostras não houve crescimento celular (10,7%). As anormalidades numéricas foram as mais frequentes, destacando-se a trissomia do 16 (41 casos), a triplodia (27 casos), a monossomia do x (26 casos), a tetraploidia (13 casos) e a trissomia do 15 (13 casos).

Para Rolnik, 2010, grande parte dos abortamentos de primeiro trimestre são devidos a cromossomopatias 11. As anormalidades cromossômicas foram evidenciadas em 55,4% dos produtos de abortamento avaliados neste estudo, confirmando dados prévios da literatura que demonstram que 45% a 70% de todos os abortamentos de primeiro trimestre são decorrentes de anormalidades cromossômicas. Em estudo semelhante no qual foram avaliados 420 produtos de abortamento estratificados pela idade materna, encontraram 46% de anormalidades cromossômicas. Os autores sugerem a pesquisa de outros fatores etiológicos após duas perdas gestacionais precoces com cariótipo normal, o que levaria à antecipação do diagnóstico e à introdução mais precoce de medidas terapêuticas eficazes.

5 - CONCLUSÃO:
Diversas doenças humanas são hereditárias. O estudo dos genótipos de um casal e de seus parentes permite, em certos casos, estimar a chance de um criança ser afetada por uma doença já manifestada em alguns membros da família. Pelo estudo dos heredogramas, especialistas no campo da citogenética e da genética humana podem orientar um casal sobre os riscos de virem a ter filhos com alguma doença hereditária.

É importante que um casal que já tenha alguma criança ou parentes afetados por doenças genéticas buscarem um aconselhamento genético. Mulheres com mais de 35 anos que desejam engravidar devem procurar um serviço de aconselhamento genético pois os estudos mostraram que o risco de gerar filhos com número anormal de cromossomos aumenta significativamente depois dessa idade.

Alelos que causam doenças, ou que diminuem a taxa de sobrevivência ou reprodução de um organismo são genericamente chamados de alelos deletérios. Para calcular o risco de uma doença recessiva se manisfestar, os geneticistas buscam descobrir se os pais são ou não portadores do alelo para a doença.

A probabilidade de alelos deletérios recessivos encontrarem-se,originando uma pessoa homozigótica doente, aumenta nos casos de casamentos consanguineos. Pessoas aparentadas, por terem herdado seus genes de ancestrais comuns, tem maior chance de possuir um mesmo tipo de alelo familiar que pessoas não aparentadas.

Atualmente é possível diagnosticar certas doenças genéticas ainda durante a vida intra-uterina. Nesses casos, em diversos países, o casal pode optar por aborto terapêutico ou preparar-se para criar um filho portador de anomalia. As técnicas que possibilitam a identificação de portadores de doenças graves ainda durante a vida intra-uterina, colocam em discussão a questão do aborto terapêutico e levam a questionamentos éticos e morais. Os novos caminhos apontados pela genética exigem que a sociedade discuta novas atitudes, normas e valores, coerentes com o conhecimento científico atual.

6 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
1 - CORREA, Marilena V..O admirável Projeto Genoma Humano. Physis [online]. 2002, vol.12, n.2, pp. 277-299. ISSN 0103-7331. http://dx.doi.org/10.1590/S0103-73312002000200006.
2 - Daniel Lorber RolniIk, Mário Henrique Burlacchini de Carvalho, Ana Lúcia Pereira Monteiro Catelani, Ana Paula Almeida Rocha Pinto, Juliana Branco Gonçalves Lira, Neusa Kiyomi Kusagari, Paula BellIne, Maria de Lourdes Chauffaille. Análise citogenética em material de abortamento espontâneo. Rev. Assoc. Med. Bras. [online]. 2010, vol.56, n.6, pp. 681-683. ISSN 0104-4230. http://dx.doi.org/10.1590/S0104-42302010000600017.
3 - Gibson, Greg; Muse, Spencer V. A Primer of Genome Science. 2ª ed. Sunderland, Massachusetts: Sinauer, 2004.378 p. p.1.
4 - Patricia Dahia, Descobrindo Genes no Século XXI: Enfoque na Área de Onco-Endocrinologia. Arq Bras Endocrinol Metab [online]. 2002, vol.46, n.4, pp. 330-340. ISSN 0004-2730. http://dx.doi.org/10.1590/S0004-27302002000400005.
5 – TEIXEIRA, Aline C.Z.; OLIVEIRA, André R.C.P. de; PEREIRA, Thalita M.; JESUS, Adriana N. de; RODRIGUES, Melina G.; SALVADOR, Renata; AGOSTINHO, Maria Aparecida de B.; RODINI, Elaine S.O. Arq. Ciência Saúde 2009 abri/jun; 16(2):59-61. Departamento de Ciências Biológicas UNESP Av. Engº Luiz Edmundo Carrijo Coube 14-01, Vargem Limpa 17033-360 - Bauru – SP.
6 - Trabalho realizado no Grupo Fleury Medicina & Saúde, São Paulo, SP. Rev Assoc Med Bras 2010, Análise Citogenética em Material de Abortamento Espontâneo.

Espero que seja útil...


Atenciosamente, Rafael Silva Brandão - Biomedicina


segunda-feira, 30 de junho de 2014

O que a Biomedicina significa pra mim. Por Henrique Moll


Caros leitores, hoje temos a participação do meu grande amigo Henrique Moll que gentilmente se dispôs a escrever para o Síntese Biomédica. Ele que desde cedo expressou um elevado interesse pela Radiologia, nos conta como conheceu e o que a Biomedicina significa em sua vida. Confiram:


Henrique Moll - 7º Semestre de Biomedicina
UnIcesp Promove de Brasília
Diferentemente da maioria dos depoimentos de outros universitários que cursam Biomedicina, minha relação com o curso é um pouco ambígua. Dei início ao meu interesse acadêmico pela área de Ciências Radiológicas, fiz o curso Técnico em Radiologia e logo após procurava algo para dar outro alcance ou prosseguimento em nível superior; procurei uma área que envolvesse ainda o lido com o corpo humano e me interessei em ver as posteriores especializações, algo que me possibilitasse dar prosseguimento a minha relação com a Radiologia. A Biomedicina casava agradavelmente com minhas ambições.

           

Comecei a faculdade então de olho no pós curso, mas, para minha grata surpresa, a Biomedicina oferecia uma gama muito grande e interessante de especializações após sua conclusão. Passo a passo, vamos nos interessando por outras áreas, crescendo a cada matéria estudada, conhecendo um mundo novo, em sua maioria um mundo microscópico, aprendendo as dificuldades de passar por uma matéria sabendo que também há as dificuldades de um saber mais apurado e um medo não de ter absorvido conhecimento suficiente para nossa posterior vida profissional.
           
Biomédico... soa bonito, suntuoso, e vejo em todos a vontade de alcançar tal título em suas vidas, mas logo percebi (e senti) que não é o status que é belo, é a profissão que, assim como a Medicina presente em seu nome, zela pela vida humana. Difícil mesmo para todo graduando que ainda busca o reconhecimento de sua futura profissão é explicar para alguém de fora, quando lhe é perguntado, o que consiste o seu curso. Como explicar todas as atribuições e nuances do que é a Biomedicina? Se for uma conversa que se encerre rápido, particularmente me limito a dizer que é uma "medicina laboratorial".
           
Para mim, confesso, parece uma jornada um pouco mais desafiadora e pesada do que deveria, apesar do interessante conteúdo das matérias laboratoriais e sendo estas a base da Biomedicina, minha empatia é muito menor que a dos meus companheiros de classe por exemplo, e, como citei no começo do texto, me tornando diferente da maioria dos outros estudantes das Ciências Biomédicas. Mesmo assim, só aumentando minha vontade de carregar o nome da Biomedicina sendo um futuro bom profissional e cada vez mais estreitando nossa relação de cumplicidade e comprometimento. 
           
Vejo a paixão de amigos meus a cada novo degrau enquanto almejo mais adiante, confraternizei com diferentes turmas, pois, tranquei a matrícula certa ocasião por 1 ano e meio antes de retornar; retornei diferente também, com similares objetivos mas admirando ainda mais a Biomedicina pela atuação em si e sua luta pelo merecido reconhecimento. Admiro principalmente meus companheiros de turma, os novos profissionais, os novos ou eminentes Biomédicos, àqueles que possuem um brilho nos olhos que se refletem nas objetivas de um microscópio.


Muito obrigado pela participação Henrique!!



quarta-feira, 18 de junho de 2014

O que a Biomedicina significa pra mim. Zonaite Gomes de Almeida (Zô)

Caros leitores, orgulhosamente gostaria de lhes apresentar minha nobre amiga Zonaite Gomes de Almeida (Zô). Ela que possui uma personalidade criativa e gentilmente se dispôs a escrever para o Síntese Biomédica. Recém aprovada, cursará o 7º período de Biomedicina na Faculdade Icesp Promove de Brasília. Bolsista na EMBRAPA, tem a atenção voltada para a Microbiologia e Biologia Molecular. Contribui consideravelmente para o Síntese Biomédica. No texto ela descreve como conheceu e se apaixonou pela Biomedicina e o que essa profissão significa pra ela. Confiram:



"O que é a Biomedicina pra mim? Digamos que amor à primeira vista! Sim, demoramos a nos encontrar mas a vida de algum modo fez com que depois de tantos desencontros essa seria a escolha da minha vida. Quando nos conhecemos eu só tinha 18 anos e muitas dúvidas, vontades, escolhas pairavam sobre minha vida afinal era uma fase importante pois iria responder aquela famosa frase “O que você vai ser quando você crescer?”. De fato nem eu sabia o que ser, mas sabia que iria fazer algo por amor e algo relacionado à saúde. Procurei esse bendito amor incansavelmente sem saber quem o era e como dizem que de tanto procurar você acaba achando, e nessa infindável busca acabei me encontrando. Quanto mais conhecia sobre esse novo amor mais encantada ficava. Tentei o primeiro e mais difícil passo, conhecer de fato esse desconhecido ainda que indecisa sobre essa decisão então iniciei o curso... Muitas horas de estudo, alguns finais de semana em cima dos livros, descobrindo e redescobrindo os encantos da Biomedicina, algumas decepções, porém muita força de vontade. Minha jornada ainda esta no início, mas posso dizer que foi amor, foi amor pela vida, me apaixono por todo o conhecimento que estou adquirindo dia a dia e repito... Encontrei-me na Biomedicina!!"




Muito obrigado pela participação Zô!!



sábado, 14 de junho de 2014

O que a Biomedicina significa pra mim. Por Andréia Marques


Caros leitores, tive uma ideia de abrir espaço aqui no Síntese Biomédica para que alunos, professores e profissionais biomédicos pudessem expressar o significado que essa nobre profissão tem em suas vidas.



Gostaria de lhes apresentar a brilhante aluna Andréia da Costa Marques que gentilmente se dispôs a escrever para o Síntese. Ela está no terceiro semestre de Biomedicina e estuda na Faculdade Icesp Promove de Brasília.



Ela diz que:







"Biomedicina é diagnóstico, é vida é minha vida.  Não existe meios termos ou talvez.  Não escolhi Biomedicina,  ela simplesmente me escolheu e seguirei esse caminho sem hesitações."


É isso ae Andréia, siga sempre com essa determinação pois assim o seu sucesso profissional estará garantido!  Obrigado pela participação!



Atenciosamente, Rafael Brandão - Biomedicina 


Boa notícia!!

RETIFICAÇÃO DO EDITAL DA SES/2014

Olá caros leitores, para os meus nobres colegas de profissão que estão ansiosos aguardando o concurso público da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF), segue uma boa notícia. 



Na página 31 do Diário Oficial do Distrito Federal desta sexta-feira, 13 de junho de 2014, foi divulgada a primeira retificação do concurso público 01/2014 da Secretaria de Estado de Administração Pública do Distrito Federal (SEAP - DF).

Foto 1 - Alunos de Biomedicina em protesto em frente a
Secretaria deSaúde do Distrito Federal no dia
03 de junho de 2014

Para a função de Biomédico do cargo de Especialista em Saúde, ficam acrescidas 22 vagas imediatas e 28 para cadastro de reserva, passando para 26 e 34, respectivamente, as quantidades oferecidas. Já para Farmacêutico-Bioquímico/ Laboratório (Especialista em Saúde) foram excluídas 22 oportunidades imediatas e 28 para CR, totalizando 30 e 50 vagas, respectivamente. O total geral não foi alterado.



Vale lembrar do enorme esforço e dedicação dos alunos que no dia 03 de Junho de 2014 se reuniram em protesto em frente a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (foto1).

Alunos de Biomedicina das Faculdades Integradas UnIcesp Promove de Brasília e da Faculdade Anhanguera reivindicaram, de maneira pacífica, o aumento no número de vagas para Biomédicos nesse concurso. A maioria desses alunos tinham outras responsabilidades e compromissos para aquele dia, mas em vista da importância desse ato, todos resolveram participar. E deu certo!

Profª MsC Graziela Araújo, Drª Maria do Socorro
Veras Dr Bruno Lacerda e alunos
Liderados pelo Sindicado dos Biomédicos, Exmª Drª Maria do Socorro Veras e dos coordenadores Drª Graziela Araújo e Dr Bruno Lacerda (foto 2) os alunos exigiram a presença do então Secretário de Saúde Elias Fernando Miziara que havia prometido 50 vagas para Biomédicos.

Tais esforços, do Sindicato dos Biomédicos e dos alunos de Biomedicina que ali compareceram, tiveram fundamental importância para que houvesse a retificação desse edital. 


Valeu a pena! Essa foi mais uma vitória da Biomedicina no Distrito Federal.

Parabéns alunos! Essa conquista vai refletir consideravelmente em nossa profissão. Muito obrigado Sindicato dos Biomédicos pela dedicação a essa causa.

Alunos de Biomedicina das Faculdades
Integradas UnIcesp Promove de Brasília
Os candidatos devem se inscrever preenchendo um formulário das 8h do dia 16 de junho de 2014 às 22h de 23 de julho de 2014 no endereço eletrônico www.iades.com.br. A taxa é de R$ 42,00.

Em 7 de setembro de 2014, provavelmente, nos turnos da manhã e tarde, de acordo com o cargo, haverá prova objetiva para todos os inscritos. Os locais e horários serão divulgados em 28 de agosto de 2014.

Bons estudos a todos que forem participar desse Concurso Público!



domingo, 1 de junho de 2014

Papilomavírus humano - HPV

Caros leitores, os papilomavírus são patógenos responsáveis pelo desenvolvimento de tumores benignos e malignos de pele e de mucosas. Pertencem à família Papillomaviridae, gênero Papillomavirus, espécie Human papillomavirus – HPV, que correspondem a uma das oito espécies incluídas no gênero. Os HPVs são classificados em genotipos, com base na comparação de seqüências do gene L1.

Seu genoma circular, com cerca de 8.000 pares de bases, é formado por duas fitas de DNA, com oito genes e uma região não codificadora, de controle da origem da replicação e da expressão dos genes reguladores da transcrição. Os HPVs infectam inicialmente as células da camada profunda. Seu genoma pode ficar sob a forma circular (epissomal), dentro do núcleo da célula ou sofrer ruptura na região de E2 e se integrar ao DNA celular. Essa integração tem consequências na produção de outras proteínas precoces do vírus e que são responsáveis pela transformação celular.

O ciclo biológico dos HPVs na pele ou mucosas tem início quando as partículas virais penetram nas células da camada profunda, que são as células menos diferenciadas do epitélio escamoso, e que ainda têm atividade mitótica.

Fissuras nesse epitélio possibilitam o acesso do vírus a essas células. O vírion viral entra na célula pela interação das proteínas do capsídeo com receptores específicos da superfície celular. 

Apesar de todo o progresso conquistado nas últimas décadas sobre o conhecimento dos papilomavírus humanos, seu inequívoco papel no desenvolvimento do carcinoma escamoso de colo uterino e as fortes evidências de sua participação no câncer de pênis, a incidência dessas doenças é muito elevada nos países em desenvolvimento, quando comparada aos dados de países desenvolvidos.

Referência bibliográfica: 

Geni N. N. de Lima Camara, Márcio Rojas Cruz, Verônica Sales Veras, Cláudia Renata F. Martins. Os papilomavírus humanos – HPV: histórico, morfologia e ciclo biológico. Universitas Ciências da Saúde - vol.01 n.01 - pp. 149-158.

Espero ter ajudado!!




terça-feira, 27 de maio de 2014

Teste de ELISA

Caros leitores, um dos principais testes utilizados no imunodiagnóstico de HIV ( Human Immunodeficiency Vírus), vírus causador da AIDS (Síndrome da Deficiência Imunológica Adiquirida) é o teste ELISA. 

Na aula prática de Virologia que foi ministrada no dia 20 de maio de 2014 no laboratório da Faculdade Icesp Promove de Brasília pelo ilustre Professor Mestre Leandro, foram ressaltados aspectos essenciais sobre imunologia e virologia clínica.

Raquel Alves, T. Tuany, Zonaite Gomes, Rafael Brnadão e  Iolanda Bianca
Entendeu-se que o teste de ELISA (“Enzyme Linked ImmunonoSorbent Assay) se baseia reações antígeno-anticorpo detectáveis através de reações enzimáticas. A enzima mais comumente utilizada nestas provas é a peroxidase, que catalisa a reação de desdobramento da água oxigenada (H2O2) em H2O mais O2. 

Segundo Duarte 1998, existem vários modelos de testes de ELISA; em sua forma mais simples, chamada ELISA indireto, um antígeno aderido a um suporte sólido (placa de ELISA) é preparado; a seguir coloca-se sobre este os soros em teste ( ex. soro humano), na busca de anticorpos contra o antígeno. Se houver anticorpos no soro em teste ocorrerá a formação da ligação antígeno-anticorpo, que posteriormente é detectada pela adição de um segundo anticorpo dirigido contra imunoglobulinas da espécie onde se busca detectar os anticorpos (humana, no caso), a qual é ligada à peroxidase. Este anticorpo anti-IgG, ligado à enzima denomina-se conjugado.

Ao adicionar-se o substrato apropriado para a enzima (isto é, H2O2 dissolvida em uma substancia química que dá uma reação colorida quando H2O2 é desdobrada). Os orifícios onde ocorreu a reação antígeno-anticorpo apresentam uma coloração (variável dependendo do substrato). (Duarte 1998)

Outro método é o chamado ELISA de bloqueio ou competição, em que a presença de anticorpos em determinado soro é revelada pela competição com um anticorpo específico (mono ou policlonal) dirigido contra o antígeno. Igualmente, o resultado é dado pela adição de um conjugado, porém a coloração aparecerá nos orifícios onde não havia anticorpos. A seguir, temos um modelo de teste de ELISA de bloqueio, desenvolvido por nós e utilizado amplamente em nosso laboratório para o diagnóstico de anticorpos contra herpesvírus bovinos. (Castilho; Bastos; Scwarcwald; Fonseca, 2000)

Método:

1 – Sensibilizar as placas de ELISA com o antígeno, previamente diluído (no nosso exemplo, diluído a 1/200, correspondente à diluição considerada ótima em titulações anteriores), em tampão carbonato (vide fórmulas no final), 100 ul por orifício, e incubar overnight a 4 oC. Isto permitirá a ligação do
antígeno à placa. 

2- No dia seguinte, remover a solução de antígeno e lavar a placa 3 vezes com líquido de lavagem de ELISA (PBS-T20), em volume de 100 ul por orifício.

3- A placa pode então ser armazenada para uso posterior (em sacos plásticos fechados a – 20 oC, ou utilizada imediatamente.

4- Acrescentar os soros a testar em uma diluição previamente determinada ( 1⁄2 em nosso exemplo), preparada em líquido de lavagem, em volumes de 100 ul/orifício. Incubar por uma hora a 37 oC.5- Remover a diluição dos soros e lavar três vezes com líquido de lavagem.

6- Acrescentar 100 ml por orifício de uma diluição apropriada do anticorpo monoclonal (1:1000 em nosso exemplo), preparada em líquido de lavagem. Incubar por uma hora a 37 oC.

7 - Remover o anticorpo monoclonal e lavar três vezes com líquido de lavagem.

8- Acrescentar 100 ml por orifício de uma diluição apropriada do conjugado (anti- IgG de camundongos; 1:1000 em nosso exemplo), preparada em líquido de lavagem. Incubar por uma hora a 37 oC.

9- Remover a diluição de conjugado e lavar três vezes com líquido de lavagem.

10- Acrescentar 100 ml por orifício de uma solução de OPD (ortofenilenodiamina) preparada em tampão citrato-fosfato acrescentado de 0,001% de H2O2. Incubar por 15 minutos a 37 oC.

11- A reação é interrompida pela adição de 50 ml por orifício de uma solução de H2SO4 2M.

12- Os resultados são obtidos com base na leitura da densidade ótica
(D.O.) em espectrofotômetro com filtro de 492 nm. (podendo este filtro variar de acordo com o estipulado na bula do kit do teste) (Marques; Latorre; Della; Pluciennik; Salomão, 2002)

Referências Bibliográficas:


Duarte G. Síndrome da imunodeficiência adquirida tipo-1 e gravidez. In: Cunha SP, Duarte G, editores. Gestação de Alto Risco. 1a ed. São Paulo: Medsi; 1998. p.227-46.


Castilho EA, Bastos FI, Scwarcwald CL, Fonseca MGM. A AIDS no Brasil: uma epidemia em mutação.  Cad Saúde Publica 2000; 16 (Suppl 1):4-5 

Marques HHS, Latorre MRDO, Della Negra M, Pluciennik AMA, Salomão MLM. Falhas na
identificação da infecção pelo HIV durante a gravidez em São Paulo. Rev Saúde Pública 2002; 36:385-92.



Espero ter ajudado!!

Atenciosamente, Rafaell Silva Brandão