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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

FORMATAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS PELAS REGRAS E NORMAS PADRÃO ABNT

O padrão de formatação de trabalhos acadêmicos normalmente utilizado pelas instituições de ensino superior são baseadas nas normas definidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

Lembrando que todas as normativas definidas pelas NBRs são “recomendações”, que são ou não seguidas em sua totalidade pelas instituições de ensino.


FORMATO
O formato é a formatação geral de apresentação do trabalho acadêmico, e geralmente segue as seguintes normas:
  • Tamanho do papel: A4 (21,0 cm x 29,7 cm);
  • Margens: 3cm superior e esquerda, 2 cm inferior e direita.

  • Cor da fonte: preta em todo o trabalho
  • Tamanho da fonte do corpo do texto: 12 pts
  • Tamanho da fonte de 10pts para:
    • Citações longas;
    • Notas de rodapé;
    • Legendas;
    • Paginação;

  • Espaçamento entre linhas 1,5 para todo corpo do texto e de 1,0 (simples) para:
    • Citações diretas (mais de 3 linhas);
    • Notas de rodapé;
    • Legendas dos elementos especiais (gráficos, figuras, quadros e tabelas)
    • Referências Bibliográficas

  • Recuo de primeira linha dos parágrafos: 2 cm (mas isto é bastante flexível entre as instituições)

PAGINAÇÃO

  • A numeração deve aparecer a partir dos elementos “textuais”, ou seja, da introdução até o final do trabalho.

  • As páginas pré-textuais são contadas, mas não numeradas.

  • A posição da paginação deve ser à 2cm da borda superior da folha.

TÍTULOS E SUBTÍTULOS

  • São separados do texto que os precede e sucede por 1 espaço de 1,5; (esta norma também bastante flexível entre as faculdades).

  • A indicação é que o destaque destes elementos é feito utilizando-se negrito, itálico, maiúsculas e sublinhado. Assim, cada instituição poderá adotar seus próprios critério.

  • O alinhamento deve seguir a posição horizontal da 1º letra caso haja mais de 1 linha compondo o título ou subtítulo.

INDICATIVO NUMÉRICO

  • A numeração dos títulos e subtítulos é feita iniciando-se pela introdução e terminando-se na conclusão (normalmente).

  • A numeração é feita em algarismos arábicos e separadas do texto por um espaço em branco (sem ponto ao final do número).

TÍTULOS SEM INDICATIVO NUMÉRICO


Existem alguns títulos que não recebem numeração e, por esta razão, são centralizados na página. São eles:
  • Agradecimentos;
  • Resumo;
  • Listas (figuras, gráficos, tabelas, quadros);
  • Sumário;
  • Referências;
  • Apêndices e Anexos.
Apesar deste padrão, algumas faculdades (ou orientadores) pedem para não se numerar a introdução, entre outras normativas “diferentes” do costumeiro. Consulte sempre o manual da instituição para ter certeza do “correto”.

CITAÇÕES DIRETAS LONGAS (mais de 3 linhas).

  • As citações longas devem ter um recuo de 4 cm da margem esquerda do documento.

  • Estas citações não recebem aspas e nem itálico (salvo palavras estrangeiras).

  • Pode-se usar o negrito, explicando-se ao final se “grifo nosso” ou “grifo do autor”.

INDICATIVO DE AUTORIA NAS CITAÇÕES.

Toda citação, seja ela longa, curta, direta ou indireta, deve ter sua respectiva autoria destacada, sob pena de ser considerada plágio.

FIGURAS, GRÁFICOS, QUADROS E TABELAS.

A legenda de qualquer desses elementos deve aparecer na parte superior das mesmas, precedido pela designação correspondente e respectivo número consecutivo. (mas há instituições que, dependendo do elemento, pede para fiquem na parte inferior dos mesmos).

Na parte inferior, indicar a fonte (referência) de onde a mesma foi obtida.

Caso o próprio autor do trabalho tenha “construído” o elemento em questão, citar a fonte como: “do autor”. Consultar orientador sobre o melhor termo a adotar nesta situação.


NOTAS DE RODAPÉ

As notas são separadas do texto por uma linha de 5cm, alinhada à margem esquerda do documento;

Seguem alinhamento padronizado dos caracteres tendo-se por base a posição vertical da primeira letra.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Devem ser separadas entre si por um espaço simples. Obedecem a normatização NBR 6023.


OBSERVAÇÕES IMPORTANTES QUANTO A NORMALIZAÇÃO DO TRABALHO.

Apesar das normas serem claramente definidas, abnt cada instituição costuma estabelecer suas próprias normas, as quais apresentam pequenas variações destas.
A orientação é que o acadêmico pesquise no site da instituição para se informar das normas a serem seguidas. Minha orientação pessoal é a de seguir o que o orientador mandar, pois a última palavra é dele.

NORMALIZAÇÃO PELAS NORMAS E REGRAS ABNT  DE TRABALHOS ACADÊMICOS MAIS COMUMENTE ADOTADOS PELAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO
As normas são uma só (vide acima), porém, cada instituição (ou mesmo orientador), entende que ter normas próprias é mais apropriado. 

ESTRUTURA ABNT DO TRABALHO CIENTÍFICO:

Todo trabalho científico conta basicamente com esta estrutura fundamental:



ESTRUTURAELEMENTOOPÇAO
PARTE
EXTERNA
PRÉ-
TEXTUAIS
CapaObrigatório
LombadaOpcional








PARTE INTERNA








PRÉ- TEXTUAIS
Folha de rostoObrigatório
ErrataOpcional
Folha de aprovaçãoObrigatório
Dedicatória(s)Opcional
AgradecimentosOpcional
EpígrafeOpcional
Resumo na língua vernáculaObrigatório
Resumo em língua estrangeiraObrigatório
Lista de ilustraçõesOpcional
Lista de tabelasOpcional
Lista de abreviaturas e siglasOpcional
Lista de símbolosOpcional
SumárioObrigatório

TEXTUAIS
IntroduçãoObrigatório
DesenvolvimentoObrigatório
ConclusãoObrigatório

PÓS- TEXTUAIS
ReferênciasObrigatório
GlossárioOpcional
Apêndice(s)Opcional
Anexo(s)Opcional
Índice(s)Opcional



Esta é a estrutura ABNT normalmente utilizada em trabalhos acadêmicos e solicitada pelas instituições de ensino.


Fonte: http://www.tccmonografiaseartigos.com.br/regras-normas-formatacao-tcc-monografias-artigos-abnt 


Atenciosamente, Rafael Brandão

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

O que a Biomedicina significa pra mim - Pâmela dos Santos

Jullyana Braga e Pâmela Santos
Caros leitores, hoje temos a participação da estudante Pâmela Santos. Ela que atualmente está no 4º semestre de Biomedicina gentilmente se dispôs a escrever sobre o que a essa profissão significa para ela. Confiram:

Sempre tive um amor pelas Ciências Biológicas e a área da saúde. Desde pequena sou apaixonada por tudo que se refere à vida e a manutenção dela. O fato de poder cuidar, preservar a vida, ajudar as pessoas da forma que eu pudesse, incessantemente e pensando sempre no bem coletivo, sempre me fascinou, o que me deu a certeza de que era essa a carreira que eu queria seguir.

Mas por ser uma profissão que ainda está ganhando espaço, muitas pessoas me perguntam o que um biomédico faz de verdade. E a minha resposta é que existe alguém que sabe antes de todo mundo, o resultado de um teste de gravidez, o diagnóstico de uma doença, a confirmação de um teste de paternidade e até mesmo se a fertilização in vitro vai dar certo, e realizar o tão esperado sonho de ser pai e mãe. Os Biomédicos ao contrário dos Médicos não lidam diretamente com seus pacientes, mas fazem parte de uma equipe para salvar vidas. E que também tem grande contribuição com a Ciência através das pesquisas e experiências, aumentando gradativamente a qualidade de vida das pessoas.

A minha perspectiva é poder ajudar as pessoas através dos meus conhecimentos, poder ser o coração temporário de alguém, reencontrar a beleza escondida e ver o que ninguém mais consegue, porque para mim ser biomédica é lutar pelo bem-estar do homem, muitas vezes sem reconhecimento mas com a satisfação do trabalho feito, é tocar a vida sem tocar o corpo.

Belas palavras Pâmela, obrigado pela sua participação.


sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Revisando - Hemograma

Caros leitores, o hemograma completo é um exame de sangue que serve para avaliar os glóbulos brancos e glóbulos vermelhos do sangue. Ele pode identificar uma série de doenças e não precisa de jejum para ser realizado, mas recomenda-se não realizar atividade física 24 horas antes do exame e ficar 48 horas sem tomar nenhum tipo de bebida alcoólica, pois podem alterar o resultado.


O hemograma completo serve para fazer o diagnóstico correto e o acompanhamento da evolução de doenças como anemia, infecções bacterianas ou virais, inflamações, leucemias ou plaquetopenias, por exemplo. Para interpretar o hemograma deve-se observar seus resultados e verificar se os valores estão normais, altos ou baixo. Algumas situações que podem ser observadas num hemograma são:


HCT - Hematócrito
É a quantidade de células do sangue.
Alto: desidratação, policitemia, choque.
Baixo: anemias, perda de sangue, doença renal, deficiência de ferro e proteína, infecção generalizada, cirrose, hiper-hidratação.
Hb - Hemoglobina 
Transporta o oxigênio dos pulmões para os tecidos do corpo.
Alto: queimaduras graves, policitemia, insuficiência cardíaca, talassemia, doença pulmonar obstrutiva crônica, desidratação, anemia falciforme, elevação da altitude.
Baixo: gravidez, anemia, falta de ferro, hemorragia, câncer, super-hidratação, cirurgia do intestino delgado, envenenamento por chumbo, desnutrição, doença renal ou hepática, lúpus, doença de Hodgkin, AIDS.
Valores de referência do hemograma para bebês
Recém nascido:
Criança - 3 meses:
Eritrócitos (x 106/mm3): 4 - 5.6
Hemoglobina (g/100ml): 13.5 - 19.6
Hematócrito (%): 44 - 62
Eritrócitos (x 106/mm3): 4.5 - 4.7
Hemoglobina (g/100ml): 9.5 - 12.5
Hematócrito (%): 32 - 44
VCM: Volume corpuscular médio (µ3): 83 - 110
HbCM: Hemoglobina corpuscular média: 24 - 34
CHbCM: Hemoglobina corpuscular: 27 - 34

Valores de referência do hemograma para crianças:

Criança - 1 ano:
Criança 10 a 12 anos:
Eritrócitos (x 106/mm3): 4 - 4.7
Hemoglobina (g/100ml): 11 - 13
Hematócrito (%): 36 - 44
VCM: Volume corpuscular médio (µ3): 77 - 101
HbCM: Hemoglobina corpuscular média: 23 - 31
CHbCM: Hemoglobina corpuscular: 28 - 33
Eritrócitos (x 106/mm3): 4.5 - 4.7
Hemoglobina (g/100ml): 11.5 - 14.8
Hematócrito (%): 37 - 44
VCM: Volume corpuscular médio (µ3): 77 - 95
HbCM: Hemoglobina corpuscular média: 24 - 30
CHbCM: Hemoglobina corpuscular: 30 - 33

Valores de referência do hemograma para mulheres

AdultasGestantes
Eritrócitos (x 106/mm3): 4 - 5.6
Hemoglobina (g/100ml): 12 - 16.5
Hematócrito (%): 35 - 47
VCM: Volume corpuscular médio (µ3): 81 - 101
HbCM: Hemoglobina corpuscular média: 27 - 34
CHbCM: Hemoglobina corpuscular: 31.5 - 36
Eritrócitos (x 106/mm3): 3.9 - 5.6
Hemoglobina (g/100ml): 11.5 - 16
Hematócrito (%): 34 - 47

Valores de referência do hemograma para homens

Eritrócitos (x 106/mm3): 4.5 - 6.5
Hemoglobina (g/100ml): 13.5 - 18
Hematócrito (%): 40 - 54
VCM: Volume corpuscular médio (µ3): 82 - 101
HbCM: Hemoglobina corpuscular média (pg): 27 - 34
CHbCM: Hemoglobina corpuscular (%): 31.5 - 36

Alteração dos resultados do hemograma

Quando há alguma alteração dos resultados do hemograma, é importante que o médico avalie o indivíduo, levando em consideração os sintomas que ele apresenta. Muitas vezes, apesar de haver alguma alteração ligeira num dos valores do hemograma, isto não representa necessariamente um problema de saúde.

Leucócitos ou Glóbulos brancos
Os leucócitos fazem parte do sistema imune. São classificados em eosinófilos, basófilos, monócitos, neutrófilos e linfócitos. Os linfócitos são sub classificados em 3 tipos diferentes: os linfócitos B, os linfócitos T e os linfócitos Natural Killer (NK). Os valores reais dos linfócitos são obtidos através de um exame de sangue conhecido como leucograma, apresentado geralmente no hemograma.

Linfócitos (linfocitose)
Os valores de linfócitos estarão altos (linfocitose) quando o paciente apresentar alguma infecção, como hepatite viral, toxoplasmose, rubéola, infecção aguda por HIV, leucemia linfocítica crônica ou aguda, por exemplo.

Linfócitos baixos (linfopenia)
Os linfócitos baixos podem significar a presença de infecções e enfermidades agudas, doença de Hodgkin, lúpus, anemia aplásica, insuficiência renal, Aids e estado terminal de câncer, por exemplo. Os valores também ficam alterados quando o paciente está desnutrido, situação que se normaliza assim que o estado de desnutrição se reverte.

Valores de referência dos linfócitos
Os valores de referência dos linfócitos são de 20 a 50% ou 1500 a 5000/mm3 de sangue.

Glóbulos brancos - Leucograma: serve para avaliar a imunidade do indivíduo.
Neutrófilos
Alto: infecção causada por queimaduras, infecção bacteriana, inflamação, câncer, trauma, estresse, diabetes ou gota.
Baixo: Falta de vitamina B12, anemia falciforme, uso de esteróides, pós cirurgia ou púrpura trombocitopênica.
Eosinófilos
Alto: alergia, vermes, anemia perniciosa, colite ulcerativa ou doença de Hodgkin.
Baixo: Uso de betabloqueadores, corticóides, estresse, infecção bacteriana ou viral ou triquinose.
Basófilos
Alto: Após retirada do baço, leucemia mielógena crônica, policitemia, catapora ou doença de Hodgkin.
Baixo: Hipertireoidismo, infecções agudas, gravidez ou choque anafilático.
Linfócitos
Alto: mononucleose infecciosa, caxumba, sarampo alemão ou convalescência de infecções agudas.
Baixo: Infecção ou desnutrição.
Monócitos
Alto: leucemia monocítica, doença de armazenamento lipídico, infecção por protozoários ou colite ulcerativa crônica.
Baixo: anemia aplásica.
Plaquetas (trombócitos)
Alto: câncer, policitemia, baço aumentado, cirrose, pancreatite crônica ou anemia ferropriva.
Baixo: púrpura trombocitopênica.

Referências bibliográficas:  http://www.tuasaude.com/


Atenciosamente, Rafael Brandão

segunda-feira, 28 de julho de 2014

17º Encontro Nacional de Biomedicina

Caros leitores, vem aí o 17° Encontro Nacional de Biomedicina!

Na oportunidade serão ministrados cursos teórico-práticos, cursos pré-congresso, minicursos, palestras e simpósio. O evento surgiu a partir de uma conversa informal entre amigos, que ainda na graduação e com apoio dos professores do Instituto de Biociências (IB) e da UNESP, conseguiram realizar a 1ª edição do Encontro em 1988.

Superando as expectativas dos organizadores, o sucesso da 1ª edição motivou a organização das próximas edições do Encontro Regional de Biomedicina (ERBM). Devido a abrangência atingida pelo ERBM em todo território brasileiro, surgiu uma incompatibilidade entre o nome “regional” e a verdadeira aceitação nacional do encontro. Assim, em 2009, o ERBM passou a ser chamado de Encontro Nacional de Biomedicina (ENBM) e conta com um público cada vez mais crescente.

A idéia principal do encontro é de atualizar e divulgar conhecimentos de interesse dos profissionais biomédicos. Neste ano, a edição acontecerá nos dias 23, 24 e 25 de Outubro, na cidade de Botucatu - São Paulo.

É possível obter maiores informações sobre o evento através do site: www.enbm.com.br e pela página no facebook: www.facebook.com/encontro.nacionaldebiomedicina ou mesmo pelo Instagram: @ENBMOFICIAL

Para os interessados em participar do evento encontramos uma excursão que incluirá:

Transporte: Ida e volta de Brasília-DF à Botucatu-SP.
Hospedagem: 3 diárias com café da manhã.
R$ 550,00 por pessoa (quartos triplo ou quadruplo) ou R$ 570,00 por pessoa (quarto duplo).
Para maiores informações: Falar com Tanea: 61-8203-5783 (tim); 61-8428-9015 (Oi wpp); 61-9819-7929 (vivo); Iolanda: 61-86293355 (wpp).

Confiram no site do evento a programação e as ofertas de minicursos. As imagens do hotel confiram via contato com a organização da excursão (Tanea ou Iolanda).


Observação: O 17º Encontro Nacional de Biomedicina, a excursão de Brasília a Botucatu e demais entidades citadas no texto não possuem qualquer vínculo financeiro com este Blog. Esta é apenas uma divulgação sem fins lucrativos para o público que tiver interesse.




Atenciosamente, Rafael Brandão – Biomedicina


sábado, 26 de julho de 2014

O que a Biomedicina significa pra mim. Por Iolanda Bianca

Caros leitores, hoje temos a participação da minha amiga Iolanda Bianca. Ela que está no 7º semestre de Biomedicina, nos conta como conheceu a Biomedicina e o que o curso significa pra ela.

Não sou muito boa com as palavras... Mas vamos lá!


Desde criança e até hoje sou apaixonada pela da área da saúde. Essa paixão começou ao ver minha mãe técnica de enfermagem trabalhando, e eu achava aquilo simplesmente fantástico. E desde então queria fazer algum curso na área. No 3º ano do ensino médio, pesquisando sobre as áreas, e a que eu poderia me identificar para prestar o vestibular e que não me arrependesse da minha escolha futuramente. Foi ai que conheci a Biomedicina, um curso muito amplo, acabei me interessando. Pouco conhecida em Brasília, e desconhecida pelas pessoas do meu convívio, revolvi arriscar.

E o que posso lhe dizer? Simplesmente, foi a melhor escolha da minha vida! A cada dia que se passa, fico mais encantada pela Biomedicina. E vê lá crescendo, superando obstáculos e que a cada dia estamos conquistando nosso espaço em Brasília e podendo participar desses momentos, é simplesmente maravilhoso.  Tudo relacionado a biomedicina me interessa, minha coordenadora até ri, porque estou sempre presente nas ações sociais e manifestações. E tenho certeza que todo esforço valerá a pena.

E só tenho a agradecer a Deus por ter colocado a biomedicina na minha vida, e como muitos dizem, ela não é só uma profissão e sim o estilo de vida.


Muito obrigado pela participação Iolanda!






terça-feira, 15 de julho de 2014

Revisão Bibliográfica sobre Alterações Citogenéticas em abortos espontâneos - Por Rafael Brandão e Henrique Moll

Caros leitores, segue abaixo uma revisão bibliográfica que apresentamos no dia 03 de Junho de 2014, como forma de Verificação Avaliativa II da disciplina Citogenética, ministrada pela professora PhD Luzirlane dos Santos Barbosa Braun no curso de Bacharelado em Biomedicina na Faculdade UnIcesp Promove de Brasília. É permitida a reprodução desse estudo desde que citada a fonte.

RESUMO:

O DNA (Desoxirribonucleic Acid) é um ácido nucléico de fundamental importância na síntese de proteínas. As moléculas de DNA , são em geral, muito longas, contendo milhões ou bilhões de nucleotídios unidos em sequencia formando os cromossomos. A Citogenética Humana é uma especialidade da Biomedicina que estuda os cromossomos humanos. Qualquer alteração no cariótipo é considerada uma aberração ou mutação cromossômica. As aberrações cromossômicas geralmente causam grandes alterações no funcionamento celular, produzindo doenças graves ou mesmo a morte do indivíduo portador da aberração. Este trabalho objetivou-se em abordar assuntos que vão desde a estrutura básica dos cromossomos até a importância do seu estudo nos casos de abortos espontâneos. Justificou-se na importância do aconselhamento genético aos casais com maior propensão a uma gravidez em que haja alto risco de gerar um indivíduo doente. Foram revisados estudos publicados na base de dados do Scielo, de forma que viesse ser evidenciado aspectos básicos sobre citogenética, bem como sua importância na determinação das causas em casos de abortos espontâneos. Concluiu-se que é importante que um casal que já tenha alguma criança ou parentes afetados por doenças genéticas busquem um aconselhamento genético.


1- INTRODUÇÃO:

O genoma é o conjunto de todos os dados transmitidos de uma geração de seres vivos para outra, armazenados em um organismo através de uma linguagem de códigos que traz em si todas as orientações genéticas que supervisionam a evolução e a atuação de todas as entidades vivas, e que também é responsável por armazenar as informações genéticas dos seres humanos. Informações que dão origem a fenótipos tais como: cor do cabelo, altura, cor da pele, dos olhos e etc. (GIBSON; MUSE, 2004).

O DNA (Desoxirribonucleic Acid) é um ácido nucléico de fundamental importância na síntese de proteínas. As moléculas de DNA , são em geral, muito longas, contendo milhões ou bilhões de nucleotídios unidos em sequencia formando os cromossomos. (CORREA, 2002).

A molécula de DNA, no entanto, não se encontra distendida no filamento cromossômico. A intervalos regulares, ela se enrola sobre grânulos de histonas, fromando estruturas globulares conhecidas pelo nome de nucleossomos (GIBSON; MUSE, 2004).

Fonte: Google Images
Segundo Gibson e Muse 2004, durante a condensação cromossômica, as regiões eucromáticas se enrolam mais frouxamente do que as heterocromáticas, que estão condensadas. As partes de um cromossomo separadas pelo centrômero são chamadas de braços cromossômicos. A relação de tamanho entre os braços cromossômicos, determinada pela posição do centrômero, permite classificar os cromossomos em quatro tipos:metacêntricos que possuem o centrômero no meio, formando dois braços de mesmo tamanho; submetacêntricos que possuem o centrômero um pouco mais deslocado da região mediana, formando dois braços de tamanhos desiguais; acrocêntricos que possuem o centrômero bem próximo a uma das extremidades, formando um braço grande e outro muito pequeno e telocêntricos que possuem o centrômero em uma das extremidades, tendo apenas um braço.

Quando a célula vai se dividir, o núcleo e os cromossomos passam por grandes modificações. Os preparativos para a divisão celular tem início com a condensação dos cromossomos, que começam a se enrolar, tornando-se progressivamente mais curtos e grossos, até assumirem o aspecto de bastões compactos (DAHIA, 2002).

A Citogenética Humana é uma especialidade da Biomedicina que estuda os cromossomos humanos. A técnica mais empregada para o estudo dos cromossomos humanos se baseia no cultivo de glóbulos brancos (leucócitos) em tubo de ensaio. Uma amostra de sangue é recolhida de um paciente e colocada em frasco que já contém meio de cultura composto por uma solução de minerais, vitaminas e aminoácidos. Adiciona-se ao meio uma substância denominada fito-hemaglutinina, que ativa as divisões celulares e faz com que após três dias, o frasco esteja repleto por grande número de leucócitos em divisão. Nesse ponto adiciona-se à cultura uma substância denominada colchicina que tem propriedade de bloquear as divisões celulares no estágio em que os cromossomos encontram se bem condensados (DAHIA, 2002).

Algumas horas depois da adição da colchicina, as células são recolhidas por centrifugação e colocadas em solução hipotônica, o que faz com elas inchem e os cromossomos se separem uns dos outros. Ao pingar gotas da solução hipotônica sobre as lâminas de vidro para serem examinadas, as células arrebentam e liberam seus cromossomos, que grudam na lâmina e podem ser corados (DAHIA, 2002).

Os humanos possuem 46 cromossomos em cada célula (com exceção das hemácias) originalmente herdados dos pais em que um lote de 23 cromossomos no óvulo e um lote de 23 cromossomos no espermatozóide. A primeira célula a ser formada (zigoto) tem portante 23 pares de cromossomos. Os membros de cada par cromossômico, um proveniente da mãe e outro do pai, são chamados cromossomos homólogos. Células que possuem pares de cromossomos homólogos são chamadas células diplóides, já o óvulo e o espermatozóide são células haplóides (GIBSON; MUSE, 2004).

Denomina-se cariótipo o conjunto de cromossomos presentes em uma célula. Mulheres e homens tem, no cariótipo 22 pares de cromossomos equivalentes e um par que os diferencia. Nas mulheres, o 23º par de cromossomo é composto por um par de cromossomos X, enquanto nos homens o 23º par é composto por um cromossomo X e um Y, exclusivo para o sexo masculino (GIBSON; MUSE, 2004).

O tamanho, a forma e o número de cromossomos são constantes entre os indivíduos de uma mesma espécie. Qualquer alteração no cariótipo é considerada uma aberração ou mutação cromossômica. As aberrações cromossômicas geralmente causam grandes alterações no funcionamento celular, produzindo doenças graves ou mesmo a morte do indivíduo portador da aberração (CORREA, 2002).

As aberrações cromossômicas podem ser numéricas, em que ocorre alteração no número de cromossomos das células, ou estruturais, em que ocorrem alterações da estrutura de um ou mais cromossomos do cariótipo (CORREA, 2002).

2 – OBJETIVOS:

2.1 - OBJETIVO GERAL:
O presente estudo tem como objetivo geral elucidar sobre aspectos básicos sobre a citogenética, abordando assuntos que vão desde a estrutura básica dos cromossomos até a importância do seu estudo nos casos de abortos espontâneos.

2.2 – OBJETIVO ESPECÍFICO:
Revisar a literatura em busca de estudos que aborde o assunto, de forma que seja discutida a importância do aconselhamento genético.

3 – JUSTIFICATIVA:
O estudo dos cromossomos humanos tem grande importância, uma vez que muitas doenças estão diretamente relacionadas a eles. Atualmente os cientistas são capazes de identificar pessoas com problemas cromossômicos fazendo previsões das chances de vierem a ter filhos afetados por esses problemas. Assim, pode-se fazer o que se chama de aconselhamento genético, ou seja, sugerir aos casais sobre a conveniência de se evitar uma gravidez em que haja alto risco de gerar um indivíduo doente.

4- METODOLOGIA:
Foram revisados estudos publicados na base de dados do SciELO, de forma que viesse ser evidenciado aspectos básicos sobre citogenética, bem como sua importância na determinação das causas em casos de abortos espontâneos.

Segundo Vieira e Ferrari 2011, aborto espontâneo é a perda do embrião ou feto antes da 20ª semana de gestação e a principal causa são alterações cromossômicas, cuja incidência é de pelo menos 50% nas perdas gestacionais de primeiro trimestre. O aborto se traduz de diversas maneiras na saúde da mulher e sua qualidade de vida. Diversos fatores estão associados a este evento, como por exemplo fatores genéticos, endócrinos, infecciosos, trombofílicos, anatômicos, tais como alterações da morfologia uterina, incompatibilidade imunológica materno-fetal, prejuízo da função placentária e também devido a fatores inexplicáveis.

O diagnóstico de alterações cromossômicas através do estudo citogenético, é importante para responder algumas questões enfrentadas pela mulher após a perda gestacional, podendo auxiliar na elucidação da causa da perda do embrião ou feto, identificando qual alteração cromossômica foi responsável pela perda ou, alternativamente, descartar o diagnóstico de cariótipo alterado, além de possivelmente fornecer importantes informações para o acompanhamento pré-natal em gestações futuras (VIEIRA; FERRARI, 2011).

Com o objetivo de evidenciar a importância da realização da citogenética no diagnóstico da causa da perda gestacional, analisando os prontuários de amostras de abortos espontâneos enviados para um laboratório privado no período de 2006 a 2011, Vieira e Ferrari 2011, analisaram as frequências das alterações cromossômicas e suas prevalências foram relacionadas com a idade materna e gestacional. O estudo foi realizado através da obtenção de dados dos prontuários de abortos espontâneos enviados para um laboratório privado da cidade de Curitiba-PR, no período de janeiro de 2006 a dezembro de 2011. A freqüência de alterações cromossômicas em produtos de abortamentos espontâneos observada no trabalho, estão de acordo com a literatura, que tem estabelecido um valor de aproximadamente 50%.

Vieira e Ferrari 2011, concluíram em seu trabalho que a explicação mais plausível para a alta incidência de alterações cromossômicas em abortos espontâneos precoces, é que o impacto clínico das alterações cromossômicas é enorme, pois geralmente estão associadas a má formações físicas, mentais, ou ambas, resultando em um desenvolvimento anormal do embrião, podendo ser incompatível com a vida. E que a alta incidência de alterações cromossômicas observadas no estudo reforçam a importância da realização do estudo citogenético em produtos de abortos espontâneos.

A etiologia do abortamento espontâneo é heterogênea e multifatorial, portanto, além do estudo citogenético e da análise dos fatores maternos que podem levar à perda gestacional, é importante também que seja feito um estudo clínico do feto abortado, quando a idade gestacional possibilitar (VIEIRA; FERRARI, 2011).

Segundo Vieira e Ferrari 2011, nos casos em que o cariótipo se revelar normal, é muito importante a pesquisa de outras causas que não citogenéticas. Embora nem sempre haja sucesso na elucidação da etiologia do abortamento espontâneo, o casal deve ser encaminhado a um serviço de aconselhamento genético para exames pertinentes que possam auxilia-los na orientação de futuras gestações.

O nascimento de uma criança saudável antes ou depois de um aborto não exclui a possibilidade de os genitores apresentarem rearranjo cromossômico balanceado, tornando-se também relevante a análise citogenética dos genitores (CORREA, 2002).

A incidência de perdas fetais, segundo a literatura, varia de 6,5% a 30% em gestações reconhecidas clinicamente. Cerca da metade dos abortamentos espontâneos (AE), definidos como interrupção de gravidez antes de 20 semanas de gestação, ocorrem por por anomalias cromossômicas do concepto sendo as aneuploidias as mais frequentes. Trissomias são observadas em 50 a 60%, seguidas pela monossomia do X (15 a 25%) poliplodia (20 a 25%) (TEIXEIRA, 2009).

Um estudo retrospectivo, feito por Teixeira et al, 2009, teve como objetivo investigar os cariótipos de 574 amostras de produtos de abortamentos espontâneos, bem como sangue periférico de casais com abortamentos espontâneos recorrentes, para estimar a frequência de alterações cromossômicas. Entre as 574 amostras analisadas, 250 (43,55%) apresentaram cariótipos normais, 113 (19,69%) alterados e em 211 (36,76%) não se obtiveram resultados. As cromossomopatias observadas entre os 113 cariótipos alterados foram: 80 aneuploidias, 23 euploidias e 10 alterações estruturais. A literatura relata também as aneuploidias como as alterações mais frequentes14. A aneuploidia mais frequente foi a Síndrome de Turner, apresentando 12 cariótipos 45,X e 5 mosaicismos (45,X/46,XX).

A trissomia mais frequente foi a do cromossomo 16. A elevada taxa de cariótipos sem resultados (36,76%) deveu-se ao número reduzido de células viáveis em mitose. Isso pode acontecer devido ao fato de que muitos abortos permanecem retidos por um tempo prolongado antes da curetagem, ou o material recebido pelo laboratório apresentar contaminação por bactérias e/ou fungos, material materno, ou ainda escassez de vilosidade coriônica (TEIXEIRA, 2009).

O estudo revelou que a análise citogenética dos 197 casais que apresentaram AER, 15 (7,6%) deles apresentavam alterações estruturais em um dos cônjuges, envolvendo, principalmente, inversão do cromossomo 9 e translocações equilibradas (TEIXEIRA, 2009).

Os abortamentos ocorrem em cerca de 15% das gestações diagnosticadas, e apesar de constituírem eventos comuns, a maioria das mulheres que têm um abortamento dá à luz criança saudável posteriormente (ROLNIK, 2010).

A probabilidade de um casal ter duas perdas consecutivas é de 2,2 a 4%. Dentre as principais causas de abortamento encontram-se as anomalias cromossômicas (numérica ou estruturais) representadas principalmente pelas trissomias, pelas polippoidias e pela monossomia do cromossomo sexual x (ROLNIK, 2010).

Aproximadamente 99% das gestações com anormalidades cromossômicas evoluem para abortamento. As aberrações mais frequentemente observadas são a trissomia do cromossomo 16 e monossomia do cromossomo sexual X. Sabe-se que as trissomias estão relacionadas a maior idade materna (ROLNIK, 2010).

No trabalho de Rolnik, 2010, foram realizados 428 análises de cariótipo em produtos de abortamento, a idade média das pacientes foi de 33 anos (variação entre 13 a 46 anos). Foram observados 145 resultados normais (33,9%) e 237 resultados anormais (55,4%). Em 46 amostras não houve crescimento celular (10,7%). As anormalidades numéricas foram as mais frequentes, destacando-se a trissomia do 16 (41 casos), a triplodia (27 casos), a monossomia do x (26 casos), a tetraploidia (13 casos) e a trissomia do 15 (13 casos).

Para Rolnik, 2010, grande parte dos abortamentos de primeiro trimestre são devidos a cromossomopatias 11. As anormalidades cromossômicas foram evidenciadas em 55,4% dos produtos de abortamento avaliados neste estudo, confirmando dados prévios da literatura que demonstram que 45% a 70% de todos os abortamentos de primeiro trimestre são decorrentes de anormalidades cromossômicas. Em estudo semelhante no qual foram avaliados 420 produtos de abortamento estratificados pela idade materna, encontraram 46% de anormalidades cromossômicas. Os autores sugerem a pesquisa de outros fatores etiológicos após duas perdas gestacionais precoces com cariótipo normal, o que levaria à antecipação do diagnóstico e à introdução mais precoce de medidas terapêuticas eficazes.

5 - CONCLUSÃO:
Diversas doenças humanas são hereditárias. O estudo dos genótipos de um casal e de seus parentes permite, em certos casos, estimar a chance de um criança ser afetada por uma doença já manifestada em alguns membros da família. Pelo estudo dos heredogramas, especialistas no campo da citogenética e da genética humana podem orientar um casal sobre os riscos de virem a ter filhos com alguma doença hereditária.

É importante que um casal que já tenha alguma criança ou parentes afetados por doenças genéticas buscarem um aconselhamento genético. Mulheres com mais de 35 anos que desejam engravidar devem procurar um serviço de aconselhamento genético pois os estudos mostraram que o risco de gerar filhos com número anormal de cromossomos aumenta significativamente depois dessa idade.

Alelos que causam doenças, ou que diminuem a taxa de sobrevivência ou reprodução de um organismo são genericamente chamados de alelos deletérios. Para calcular o risco de uma doença recessiva se manisfestar, os geneticistas buscam descobrir se os pais são ou não portadores do alelo para a doença.

A probabilidade de alelos deletérios recessivos encontrarem-se,originando uma pessoa homozigótica doente, aumenta nos casos de casamentos consanguineos. Pessoas aparentadas, por terem herdado seus genes de ancestrais comuns, tem maior chance de possuir um mesmo tipo de alelo familiar que pessoas não aparentadas.

Atualmente é possível diagnosticar certas doenças genéticas ainda durante a vida intra-uterina. Nesses casos, em diversos países, o casal pode optar por aborto terapêutico ou preparar-se para criar um filho portador de anomalia. As técnicas que possibilitam a identificação de portadores de doenças graves ainda durante a vida intra-uterina, colocam em discussão a questão do aborto terapêutico e levam a questionamentos éticos e morais. Os novos caminhos apontados pela genética exigem que a sociedade discuta novas atitudes, normas e valores, coerentes com o conhecimento científico atual.

6 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
1 - CORREA, Marilena V..O admirável Projeto Genoma Humano. Physis [online]. 2002, vol.12, n.2, pp. 277-299. ISSN 0103-7331. http://dx.doi.org/10.1590/S0103-73312002000200006.
2 - Daniel Lorber RolniIk, Mário Henrique Burlacchini de Carvalho, Ana Lúcia Pereira Monteiro Catelani, Ana Paula Almeida Rocha Pinto, Juliana Branco Gonçalves Lira, Neusa Kiyomi Kusagari, Paula BellIne, Maria de Lourdes Chauffaille. Análise citogenética em material de abortamento espontâneo. Rev. Assoc. Med. Bras. [online]. 2010, vol.56, n.6, pp. 681-683. ISSN 0104-4230. http://dx.doi.org/10.1590/S0104-42302010000600017.
3 - Gibson, Greg; Muse, Spencer V. A Primer of Genome Science. 2ª ed. Sunderland, Massachusetts: Sinauer, 2004.378 p. p.1.
4 - Patricia Dahia, Descobrindo Genes no Século XXI: Enfoque na Área de Onco-Endocrinologia. Arq Bras Endocrinol Metab [online]. 2002, vol.46, n.4, pp. 330-340. ISSN 0004-2730. http://dx.doi.org/10.1590/S0004-27302002000400005.
5 – TEIXEIRA, Aline C.Z.; OLIVEIRA, André R.C.P. de; PEREIRA, Thalita M.; JESUS, Adriana N. de; RODRIGUES, Melina G.; SALVADOR, Renata; AGOSTINHO, Maria Aparecida de B.; RODINI, Elaine S.O. Arq. Ciência Saúde 2009 abri/jun; 16(2):59-61. Departamento de Ciências Biológicas UNESP Av. Engº Luiz Edmundo Carrijo Coube 14-01, Vargem Limpa 17033-360 - Bauru – SP.
6 - Trabalho realizado no Grupo Fleury Medicina & Saúde, São Paulo, SP. Rev Assoc Med Bras 2010, Análise Citogenética em Material de Abortamento Espontâneo.

Espero que seja útil...


Atenciosamente, Rafael Silva Brandão - Biomedicina