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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Saiba as diferenças entre as injeções, adesivos e pílulas anticoncepcionais


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Caros leitores, existem diversos tipos de métodos contraceptivos e, por isso, é importante que as mulheres tenham sempre a orientação de um médico antes de optar por um, até porque a escolha do método vai depender da saúde da paciente, da idade e até mesmo do parceiro.

Em geral, a pílula é a mais usada, mas a maioria a utiliza porque não conhece outras opções, como por exemplo injeções e adesivos.

Para a mulher que esquece de tomar a pílula com frequência, uma boa opção é a injeção anticoncepcional, que é aplicada no músculo e pode ser mensal ou trimestral. De acordo com os médicos, além de proteger a mulher da gravidez, os injetáveis diminuem a intensidade das cólicas menstruais, previnem anemia e podem ser usados da adolescência à menopausa, sem pausas. Porém, esses contraceptivos podem causar retenção de líquido, aumentar as varizes e diminuir a libido da mulher.



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Para a mulher que sente náuseas com o uso da pílula ou precisa evitar medicamentos por causa de um problema no fígado, por exemplo, os médicos podem indicar o uso de adesivos.

Colocados nas costas ou em regiões onde não há dobras ou excesso de suor, eles precisam ser trocados a cada 7 dias ao longo de 3 semanas. No entanto, como é aplicado na pele, o adesivo pode causar alergia e, além disso, pode dar também sangramento vaginal, retenção de líquido e aumento da pressão arterial. Por isso, é importante que mulheres hipertensas procurem a ajuda de um ginecologista antes de optar por um contraceptivo.




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Já a pílula, além de evitatr a gravidez, ajuda a controlar a cólica menstrual e pode até diminuir o risco de câncer no ovário e endométrio. Porém, é preciso saber que existem vários tipos - geralmente, as com menor concentração hormonal são as mais indicadas porque causam menos efeitos colaterais, como enxaqueca, vasinhos e celulite. Porém, tudo vai depender do caso de cada paciente – quem tem queixa de dor nas mamas, por exemplo, deve utilizar pílulas com baixa concentração de progesterona.

Além da progesterona, a maioria desses contraceptivos é feita também com estrógeno, hormônios similares aos produzidos pelo ovário. Segundo os ginecologistas, existem três tipos de pílula: as monofásicas, que têm estrógeno e progesterona e levam a mesma concentração hormonal; as bifásicas, que tem os hormônios em concentrações diferentes; e as trifásicas, que têm três tipos de comprimidos com concentrações hormonais também diferentes.

Existe ainda a pílula feita só com progesterona, conhecida como minipílula. Nesse caso, a cartela vem com 28 comprimidos, todos com a mesma concentração do hormônio, e é mais indicada para mulheres que têm nódulo ou cisto nas mamas e mioma no útero, já que pode ajudar a diminuí-los.

Pacientes que estão amamentando também podem usar essa pílula, mas somente depois de 21 dias do nascimento do bebê. Vale lembrar ainda que existem alguns medicamentos que cortam o efeito da pílula, como os contra tuberculose, hanseníase e meningite.
fonte: http://www.g1.globo.com


Atenciosamente, Rafael Silva Brandão - Biomedicina.


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Dia da responsabilidade social - UniCesp Promove de Brasília

Caros leitores, no dia 21 de setembro de 2013 (sábado), foi realizado na Faculdades Integradas Promove/ UnIcesp de Brasília do campus de Águas Claras o Dia da responsabilidade Social. Para este dia contaram com a participação de alunos, professores, coordenadores de administração, agronomia, biomedicina, direito, enfermagem, gestão ambiental, recursos humanos, gestão ambiental, letras, medicina veterinária, pedagogia, radiologia, pedagogia e pós-graduação em odontologia. Foram oferecidos serviços gratuitos à comunidade como oficinas pedagógicas, teatro, vacinação antirrábica, aferição de pressão, teste de glicemia, tipagem sanguínea, higiene bucal, entre outros. O evento é realizado anualmente desde 2005 pela instituição e é uma ótima oportunidade para os alunos terem contato com a população e fixarem o que foi visto dentro de sala de aula de forma prática.

Por Zonaite Almeida - Biomedicina

Atenciosamente, Rafael Silva Brandão

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Aula prática de Parasitologia clínica: Hemaglutinação para teste de chagas


Biomédica Prof MsC Beatriz Camargo

No dia 19 de setembro de 2013, foi realizada aula prática no laboratório de hidráulica da Faculdade Promove de Brasília. Sob a Orientação da Professora Biomédica Beatriz Camargo (foto). O principal objetivo da aula prática foi visualizar a hemaglutinação para teste de chagas.

A doença de Chagas, descrita em 1909, é uma parasitose causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi (T. cruzi). Esse parasita é transmitido ao homem por um inseto conhecido popularmente pelos nomes de barbeiro, chupão, procotó e outros. O sanitarista brasileiro Carlos Justiniano Chagas descreveu sozinho, fato inédito na história da medicina, o ciclo completo da doença. Ele identificou o parasita, o transmissor, o reservatório  animal dos parasitas e as manifestações clínicas da doença que  levou o seu nome. Chagas denominou o parasita de T. cruzi , em homenagem a Oswaldo Cruz. Além da transmissão pelo barbeiro, a infecção pelo T. cruzi é transmitida também por via sangüínea. (Série TELELAB, 1998).

O primeiro teste utilizado para a detecção da infecção pelo T. cruzi foi a reação de Fixação de Complemento, desenvolvida por Guerreiro e Machado, em 1913. Hoje, esse teste apresenta apenas valor histórico, dada a existência de testes sorológicos mais simples e mais precisos. (Série TELELAB,1998)
A utilização rotineira dos testes sorológicos em Unidades hemoterápicas tem contribuído, de forma decisiva, para a redução do número de casos pós-transfusionais da infecção pelo T. cruzi. (Série TELELAB, 1998)
A reação de HAI se baseia na aglutinação de hemácias sensibilizadas com antígeno
T. cruzi, em presença de soro contendo anticorpos contra esse parasita. (Série TELELAB, 1998)

Fundamento do método: A hemaglutinação indireta baseia-se na propriedade que tem os anticorpos de produzir aglutinação específica na presença de glóbulo vermelhos sensibilizados com antígenos citoplasmáticos e de membrana do Tripanossoma cruzi.


T. Tuane, Zonaytte e Raquel
Amostra: Soro
Reagente: Diluentes (a preparar); controle positivo; controle negativo; hemácias sensibilizadas.

Procedimento:

Preparar solução diluinte 5mL do diluinte + 200 uL da solução protéica;
Enumerar tubos;
Pipetar em cada tubo 400 uL da solução na placa de fundo “V” identificada;
Adicionar 25 uL do antígeno (hemácias sensibilizadas) em casa cavidade;
Homogeneizar e aguardar 1 hora para visualizar o resultado.

Obs: O exame deve ser feito sobre um pano ou papel úmido para inibir forças eletrostáticas.

Como resultado da aula observou-se que nas amostras A1 e A3 não houve sedimentação, o que indica que as amostras eram reagentes. E que nas amostras A2 e A4 houve aglutinação, que por sua vez, eram não-reagentes.


Fonte: Doença de Chagas – Triagem e diagnóstico sorológico em unidades hemoterápicas e laboratórios de saúde público. – Brasília : Ministério da Saúde, Coordenação Nacional de  Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids. 1998. 76. p. : il (Série TELELAB)


 Atenciosamente, Zonaytte Almeida e Rafael Brandão



segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Conceitos básicos sobre farmacologia -

Em vista da notável complexidade da disciplina farmacologia, e com base nas questões aplicadas na primeira avaliação (VAI) aplicada pela professora MSc Juliana Toledo Nóbrega (foto), segue alguns conceitos básicos sobre farmacologia. Espero que seja útil.

Segundo Bergman 2007, farmacodinâmica é o campo da farmacologia que estuda os efeitos fisiológicos dos fármacos nos organismos, seus mecanismos de ação e a relação entre concentração do fármaco e efeito.
 A farmacocinética, por sua vez, é o caminho que o medicamento faz no organismo. Não se trata do estudo do seu mecanismo de ação, mas sim as etapas que a droga sofre desde a administração até a excreção, que são: administração, absorção, biotransformação, biodisponibilidade e excreção.

De maneira simplificada:
 


1)      Farmacodinâmica
( 2 ) Efeito de primeira passagem
( 1 ) Interação fármaco-receptor
2)      Farmacocinética
( 2 ) Biodisponibilidade
( 1 ) Afinidade dos receptores em relação ao farmaco
( 2 ) Lipossolubilidade da membrana citoplasmática
 


DEFINIÇÕES DE MEDICAMENTOS

Medicamento de referência
O medicamento de referência é um produto novo registrado pelo Ministério da Saúde e comercializado no Brasil. Para que esse produto seja registrado, é preciso que a eficácia, segurança e qualidade do medicamento seja cientificamente comprovada. Em geral, o medicamento de referência é conhecido por um nome fantasia, cuja patente pertence à empresa que o registrou.

Medicamento genérico

Para um medicamento ser considerado genérico, ele precisa, obrigatoriamente, passar por testes laboratoriais para compará-lo aos medicamentos de referência (medicamentos de marca). Nesses testes, os medicamentos genéricos tem que:
  1. Ter o mesmo princípio ativo do medicamento de referência.
  2. Ser apresentado com a mesma dose e ter a mesma forma farmacêutica do medicamento de referência.
  3. Ser administrado pela mesma via de administração do medicamento de referência.
  4. Ter a mesma indicação terapêutica e mesma segurança oferecida pelo medicamento de referência.
A partir de testes laboratoriais, se o medicamento comprovar que se comporta no organismo da mesma forma que um medicamento de referência, esse medicamento poderá ser chamado de genérico.
Só depois de passar por esse processo é que esse medicamento poderá ganhar um rótulo especial, com uma tarja amarela acompanhada de uma letra G maiúscula (de genérico).

O medicamento genérico não recebe um nome fantasia, sendo conhecido pelo nome do princípio ativo que compõe o medicamento.
Sendo assim, o medicamento de referência pode ser substituído por um medicamento genérico, sem que o tratamento do paciente seja prejudicado. Tanto o médico como o farmacêutico podem fazer essa substituição.

Medicamento similar

O medicamento similar contém o mesmo princípio ativo, a mesma dose, forma farmacêutica, via de administração e indicação terapêutica do medicamento de referência.

Então, o medicamento similar é um medicamento genérico?
A resposta é não. A principal diferença que existe entre esses dois tipos de medicamentos é que o medicamento similar não passa por testes laboratoriais para comprovar que ele se comporta igual ao medicamento de referência.

O medicamento similar é normalmente conhecido por um nome fantasia, cuja patente pertence à empresa que o registrou.

Sendo assim, a vigilância sanitária não atesta que o medicamento similar causa os mesmos efeitos que o medicamento de referência. Sendo assim, o farmacêutico  não pode substituir o medicamento de referência por um similar.

fonte: http://fs.unb.br/bulasdecardiologia/definicao.html 
 




Nome do princípio ativo: Cloridrato de metoclopramida
Nome comercial: Plasil
Concentração: 10 mg
Forma farmacêutica: Comprimidos
Classificação do medicamento: Referência






De maneira simplificada:


1)      Medicamento
(2) substâncias que causam dependência, narcóticos ou que alteram a consciência
2)      Droga
(4) Compressa de gelo
3)      Fármaco
(3) substância química de estrutura conhecida, que quando administrada a um organismo produz efeito biológico benéfico
4)      Remédio
(1) além do princípio ativo, apresenta também substâncias necessárias à sua produção como, talcos, diluentes, estabilizantes, conservantes e etc



Continua....  em breve, postarei o restante!! to com sono.. kkk

Att Rafael Brandão